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quinta-feira, 31 de maio de 2007

Responda k nós blogamos: Sushi.

Sushi, mais do que Pizza e mais do que Sorvete, é uma das grandes invenções da Humanidade a ponto de se poder tornar, falo por experiência, matéria de fascinação obsessiva. Não, como os sorvetes ou a pizza, para nos tranquilizar ou fazer companhia enquanto vemos televisão. Para muitos uma questão de status, para outros uma consequência funesta da globalização, excelso objecto de prazer para outros ainda. Para mim a sua verdadeira função seria simplesmente elevar a alma. Assim, a pergunta desta semana:

Sushi. Gosta? Sim? Não?
Se “não”: Porquê?
Se “sim”: Qual é o seu favorito? Qual o que lhe deixou uma mais extraordinária recordação? O melhor Sushi-bar?

Alda Fernandes (funcionária diplomática, Paris) - Sushi- gosto imenssissimo!
sobre o meu favorito-tenho dificuldade em escolher um em particular.
o melhor sushi bar- não tenho nehum em especial. Aliás para mim o sushi é dos pratos que gosto de comprar e levar para casa.

Alexandre Mottier (galerista, Genève) - Malheureusement, je n'aime que les "sushi-raclette" !!!!!
Je pourrais te donner les meilleures adresses pour manger des fondues et des raclettes !!!!

Ana Filgueiras (consultora, Lisboa) - Sushi. Gosta? SIM.ADORO!
Se "sim": Qual é o seu favorito? PEIXE BRANCO.
Qual o que lhe deixou uma mais extraordinária recordação? NÃO ME LEMBRO MAS NO BRASIL EU A MARA SÓ COMÍAMOS EM RESTAURANTES JAPONESES SOBRETUDO EM S.PAULO E NO LEBLON.
O melhor Sushi-bar? AQUI GOSTO DO DA RUA DO EMBAIXADOR e tambem do das TWIN TOWERS(Sete Rios).

António Mateus (jornalista, Lisboa) - agora...blogando....hmm...curioso...pizzas...sushis...dois animais gastronómicos que me seduzem mais pelo lado escultórico que pelo paladar final ou, pior ainda, a textura.adoro peixe, temperado com o aroma de carvão, injectado no prazer de grelhar.o sushi, para mim, é tanto uma extensão da pureza e fascínio do mar, como, ao mesmo tempo, uma sensação de crueza de "comer o corpo". ainda "nú", no seu estado quase vivo.e a textura "lambisgótica" do peixe crú sugere-me um percurso de devolução vomitória pela minha tubagem intestinal....e a pizza, se bem que já cozinhada e impregnada de "olfacto teasers" até à inconsciência, tende em mim a colidir com a minha repugnância por tudo o que é gordo ou de gorduras escorrente.talvez pela minha paixão gastronómica, dos condimentos telúricos, este produto "onde-vale-tudo", de condimentos colados entre um colchão de pão e um edredon de queijo derretido me seduz apenas de passagem, em dias de assumida preguiça, de arquivo gastronómico.

António de Vallera (professor universitário, Lisboa) - 1. Gosto muito, bem feitos e no ambiente apropriado.
2. Acho que não tenho favorito. Apetece sempre um mínimo de variedade.
Desde os enrolados com folha de alga, aos feitos à mão (nigirisushi?),
aos ninhos de arroz, ... sei lá que mais, há imensos óptimos. Onde te
abasteces há algum sítio nessa banda? Para o peixe, tens a lota,
claro...
3. A melhor recordação: os feitos por mim, enroladinhos no tapete e
cortados com grande maestria, ou aconchegados no côncavo da mão, os
ingredientes pensados e prensados com amor (ou gula). Tenho um amigo
inacreditavelmente rigoroso em tudo na vida que se apaixonou* pela
comida japonesa e me ensinou a fazê-los com ele.
*Apaixonou não é a palavra certa, é mais obsessou a certa altura. Eu
acho que me apaixonaria mais facilmente e poeticamente mas menos
obsessivamente, mas é uma questão de temperamento (e de talvez ter sempre
outras obsessões, e não se consegue obsecar por muitas coisas ao mesmo
tempo, né?) - qual é o teu caso?
4. A pior recordação: provados no dia seguinte, feitos pelos meus filhos
e deixados no frigorífico, com arroz de origem indeterminada - de
provocar vómitos! (tudo para o lixo - nem eles os conseguiram comer).

António Verdial (empresário, Lisboa) - 1. Gosto;
2. Até hoje gostei de todos;
3. Se é um efeito da Globalização, então “Viva a Globalização”; só é pena que cá no burgo ainda seja difícil de encontrar e que o Assuca não tenha “Valet Parking”, pois tem o melhor que conheço em Portugal.
4. O melhor Sushi bar que conheço é um em Madrid junto às Cortes e vou saber o nome e telefone e depois informo.
5. Decerto que é uma das grandes invenções da Humanidade quase equivalente aos sorvetes. Pizza para mim ficará uns pontos mais abaixo ( hidratos a mais e digestão nem sempre pacifica – é a idade !!!).

Belita Monteiro (embaixatriz, Paris) - Detesto Sushi!!!
Detesto tudo o que é peixe cru!

Daniela Jerónimo (estudante, algures na Holanda) - Quanto ás questôes, achei piada porque estava à pouco a reclamar com a minha colega japonesa, porque ainda nunca provei suchi por isso não sei .Mas pelo que já vi, acho que vou gostar. Aqui na Holanda parece haver siíios com uma reputação considerável tenho que ir cuscar.

Iolanda Sousa (jurista, Lisboa) - Experimentei a medo… por insistência do meu irmão… e gostei e muitooooooo!!!! Gosto do ritual da confecção… fascina-me a apresentação e o paladar aguça-se com a diferença! Gosto muito dos rolinhos com aquele arroz avinagrado, algas, e um pouco de salmão… descobri assim que gosto de salmão de todas as formas!!! Também me agradam as gambas, o peixe manteiga e a garoupa, todos “sushisados”.. A mais extraordinária recordação foi um barco decorado com rolinhos com abacate e colorido por diversos tipos de peixes com texturas e cores diferentes, e com uns apontamentos de uma pasta picante e gengibre cor-de-rosa… mais uma vez não sei os nomes!!!! O melhor Sushi-bar? Para iniciantes, recomendo o Aya Bistrôt nas Twin Towers. Eu gosto da passadeira rolante, dá para ver passar o que há e escolher com calma o que se quer.

João Azevedo (jurista, Lisboa) sushi…sim, gosto; porque é intenso, de uma intensidade primordial, aquática… é mesmo, até, forte, sem por isso deixar de ser leve e subtil, de uma delicadeza peculiar, que desde sempre me fascina.
gosto de o apreciar no Bonsai, à rua da Rosa, porque aí se encontra a atmosfera que uma tal iguaria, a um tempo simples e sofisticada, exige para ser vivida, ou, mais precisamente, “experienciada”; não sei dizer qual o que me deixou uma mais extraordinária recordação…talvez porque apreciá-lo constitua sempre uma experiência de serena tranquilidade, o encontro com o que se conhece mas é sempre novidade e, por isso, um momento singular, único, que não ocorre comparar com outros.

João Canilho (executivo, Lisboa) - Sushi: gosto.
Qual: com caranguejo de casca mole: estaladiço e saboroso.
O melhor: não sei, mas há um na baixa de Sydney, num hotel, fabuloso.

João Rito (arquitecto, Lisboa) - Não sou muito entendido em pratos de sushi, mas do que tenho provado, gosto muito, tanto, da comida em si, gostosa e muito leve, como do colorido (os olhos também comem) e do ritual que lhe está associado, como seja a partilha dos pratos, o comer com os pauzinhos (quando corre bem, o que nem sempre acontece), etc.
Em Lisboa recomendo, para almoço, o sushi junto ao Rio, sobre a esplanada dos "meninos do rio" (não sei o nome...), não só pela comida, como pela vista excelente, principalmente na esplanada quando o tempo o permite, e à noite o Estado Liquido, em Santos.

Jola Montgelas (Bruxelas) - First things first: Sushi. Adoro, podia comer todos os dias - como aliás toda a cozinha japonesa ( ok, niet às sobremesas - gelado do chá verde est demander trop).
Porque sim: Primeiro óptimas lembrancas da minha vida de estudante em Munich - havia lá um "SushiBar" - bastante chic, muito caro e supercool, no fim dos anos 80 (..) , com arte contemporânea e um público com um cheiro de intelectualismo e dinheiro na mesma ( irresistível para uma estudante com bicicleta e ambições grandes na vida - well, long time ago).
O meu favorito é, não muito originelle, infelizmente sempre o omnipresente Californiaroll ( adoro abacate) , depois tem de ser Atum e depois pepinos (i.e. cocombre, nao sei se a palavra é certa em português). Miso soup e de vez em quando uma tempura - já estou feliz.
Em Portugal só me lembro de dois restaurantes japoneses - um num Hotel muito caro no Estoril em direcção a Sintra, lado esquerdo, na serra - onde fomos comer em 1998 com amigos nossos mais outros conhecidos - os quais optaram nessa noite depois muito consideração e choros pour um steak, aparentemente tiveram muito medo das tralhas japoneses. O outro restaurante era numa rua estreita e pequena na Estrela - mas não sei lhe dizer o endereço, nem o nome. Teve uma decoração sinistre, mais ou menos como se fosse uma taverna espanhola, com tectos de palha e burrinhos em azuleijos nas paredes; mas servia Sushi nada mau - mas isto tudo já há 10 anos e já não conta como informacao quente da vida lisboeta -sorry!!! De certeza deve haver agora vários íitios para comer optimos sushi em Lisboa.
Aqui em Bruxelas fui comer ainda em março com o nosso amigo comun, o Seiji Morimoto - foi um restaurante aqui que faz uma fusão de cuisine française e sushi japonais - a única coisa interessante era foie gras frito e presentado como um Sushi - mas o resto não convenceu dois velhos comilões como o Seiji e eu.

Lúcia e Jacinto Rego de Almeida – (criadores, Alcanhões) A resposta da Lúcia (que coincide com a minha ) é a seguinte:
Gosta de sushi e entende o sushi como uma excelente comida para
confraternização e convívio entre amigos.
O favorito é o sushi de salmão.
Não conhece nenhum sushi bar em Lisboa, mas o sushi é muito habitual no
Brasil sobretudo por parte dos jovens.
Vou mandar o seu mail para o meu filho Otávio que é um fã incondicional
de sushi e conhece todos os tipos. Ele, por vezes, manda buscar em
restaurantes de Brasília a chamada caravela de sushi. Um barco
ornamentado com sushis para degustar em casa.

Luísa Mendes (jurista, Samora Correia) - Às vezes, tenho dias. No início adorei, abusei da frequência, e agora já só tolero muito de vez em quando.
O que mais aprecio….aqueles com sementes à volta e recheados de Salmão (não sou perita na matéria e como tal não sei os nomes técnicos).
O meu sushi favorito é no bairro alto, não me recordo do nome, mas tem um ambiente muito tranquilo.

Manuela Perroud (Paris) - Não gosto muito.
Não acho muita graça.
Bastante insípido.

Maria Isabel Batista Madureira (jornalista, Lisboa) - Sushi. Gosta? SIM MUITO.
Se “sim”: Qual é o seu favorito? KÊ SUSHI ALCANTARA .
Qual o que lhe deixou uma mais extraordinária recordação? O melhor Sushi-bar? EM RHODES ISLAND. MAS NÃO LEMBRO O NOME. MAS O SUSHI CHEF ESTAVA NO CENTRO DA MESAE TODAS AS MESAS TINHAM UM TIPO FAKIR A COZINHAR SÓ PARA NÓS

Nuno de Sá Gaspar (gestor, Meco) – Não gosto. Acho o sabor estranho e tudo o que me sabe mal não me faz bem. Acho estranha a ideia de comer peixe cru.

Nuno Silvestre (engenheiro informático, Lisboa) - Sim. De modo geral, gosto do sabor e textura da comida crua (honni soit qui mal y pense…). Não tenho grande experiência, mas gosto muito do Kappamaki (pepino) e salmão.

Onésimo Almeida (professor universitário, Providence R.I.) - Não, não gosto de sushi. Comi de tudo na Tailândia e na China. No Japão também, Mas sushi, provocava-me uma reacção desagradável nas narinas.
Como de tudo em todo o mundo. Já comi numa praia na Colômbia, a dona do restaurante, uma negra enorme, a preparar a refeição e os porcos à nossa volta a comerem o que ela atirava para o chão. Mas sushi não se deu comigo.

Otávio Veiga de Almeida (jurista, Brasília) - O sushi, que eu experimentei pela primeira vez em 1996, é, na minha opinião,
a melhor forma de se conjugar alimentação e convívio.Uma alimentação leve e extremamente saudável, que possibilita, pelo seu formato, uma refeição prolongada e muito agradável.
Deve-se ressaltar a importância de dois elementos indispensáveis: o wasabi (no Brasil chamado de raiz forte) e o saquê.A raiz forte, caracteriza-se pela peculiaridade de ser uma pimenta que acentua seu efeito, instantes após, ser ingerida.E o saquê, é, possivelmente, uma das bebidas que melhor combina com uma comida específica, o sushi.
O favorito é o de salmão.
Quanto ao melhor restaurante/bar de sushi, não seria capaz de apontar apenas um, tendo em vista que, no Brasil, a comida já está popularizada há vários anos, e portanto, existem, segundo entendo, muitos restaurantes/bares de excelente nível.

Paulo Costa (empresário, Lisboa) - gosto do Sushi California Bond em New York e do Estado Líquido, em Lisboa.

Paulo Marques (gestor, Meco) – Gosto mas não tenho nenhum que considere o favorito.

Paulo Silva (arquitecto, Meco) – Gosto. Não tenho um sushi favorito. O melhor Sushi-bar é o da Bica do Sapato.

Sónia de Andrade e Silva (jurista, Lisboa) - Não gosto nada de sushi. Porquê? Não sei! Já experimentei diversas vezes (para ver se mudo de opinião) e, não! Não gosto mesmo!!!!!

Tânia Carraquico (jurista, Lisboa) - Sushi: Definitivamente não gosto. Já tentei em vários sítios, levada por vários conhecedores e apreciadores que me tentaram converter, sem sucesso! É pena, porque adoro rituais culinários e o sushi, definitivamente presta-se imenso a isso. Não gosto dos sabores, da textura... sabe-me demasiado a peixe e a mar, numa versão emborrachada!
Mesmo assim, o melhor Sushi-bar, o Sushi Lounge, no Estado Líquido em Santos, Lisboa. Vale pelo ambiente e, sem dúvida, pelas sobremesas!!!

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Responda k nós blogamos: E gelados???

Melhor (mais destressante ainda acho eu mas ele há quem classifique isto de “regressivo”) do que deixar passar uma noite refastelado, inteiramente entregue a uma pizza gigante, com umas cervejas, a ver futebol, é só mesmo ficar até às tantas com um daqueles Häagen-Dazs de Doce de Leite a ver toda uma série de “Sete Palmos de Terra” em DVD. Daí a pergunta desta semana: E gelados. Como é???

Ana Santana Carlos (gestora do lar, Lisboa) – Gosto. De limão sobretudo. Os melhores são os que faço em casa com a Bimby. Ou então os de pauzinho da Olá.

Angélica Martins (contabilista, Coruche) – Adoro. Gosto de todos os sabores. Os meus favoritos são os da Häagen-Dazs mas costumo comprar também de outras marcas. Nunca como uma daquelas embalagens grandes de uma vez, sozinha. Gostava…

Diogo Leite de Castro (arquitecto, Lisboa) – Sem ser grande entusiasta, gosto. Antes gostava muito dos Santini, sobretudo o de limão, em Cascais. Se fosse ao supermercado comprava Häagen-Dazs ou Baskin and Robbin’s. Gosto mais de iogurte gelado – não engorda.

Gonçalo Couceiro (engenheiro, São Brás de Alportel) - Gosto. Faço sempre em casa com as frutas da época. O último que fiz foi de nêspera. Óptimo mas dá muito trabalho porque se tem de descascar e tirar o caroço das nêsperas.

Inês Coelho (jornalista, Lisboa) – Adoro. O melhor é o de framboesa do Santini ou do Ben and Jerry’s. Por vezes compro caixas grandes no supermercado e como-as inteiras sozinha. Principalmente quando estou sem namorado.

Isabel Lopes da Silva (antiquária, Lisboa) – Gosto imenso de gelados. O meu favorito é o de maracujá. Infelizmente só o costumo comer nos restaurantes, sobretudo em França onde é muito corrente.

Lino Gonçalves (empresário, Coruche) – Gosto de gelados. O meu favorito é o de hortelã que amigo meu costuma fazer. No supermercado compro Häagen-Dazs. Sim, já comi uma embalagem grande inteira a ver televisão.

Manuel Silveira Botelho ( advogado, Lisboa) - Os melhores são os do Santini que agora também se encontram em Lisboa, no Centro Comercial Acqua Roma. O meu preferido é de morango.

Maria da Conceição Leão (bibliotecária, Lisboa) - Não gosto de gelados nem de comida gelada. O meu limite são bavaroises.

Maria Filomena Cabral de Melo (antiquária, Lisboa) – Não, porque engorda imenso. Por isso desisti de comer gelados já há anos e agora já nem sei o que isso é.


Maria Helena Borges (bibliotecária, Lisboa) - Gosto de gelados do Santini e Häagen-Dazs. De todo o modo o meu favorito continua a ser o de maracujá do saudoso Sunny Bar, no Funchal.

Maria João Silveira Botelho (funcionária pública, Lisboa) - Os gelados que mais gosto são de macadamia com nozes caramelizadas da Hagen Dazs.

Maria Rui (empresária, Campo d’Ourique) – Adoro gelados. De verão, de Inverno, nas Quatro Estações. Os melhores são os do Santini. Compro por vezes no supermercado Häagen-Dazs ou Carte d’Or. Nunca comi sozinha uma embalagem inteira. Mas bem me apetece.

Miguel Chalbert Santos (arquitecto, Lisboa) – Gosto. Não posso comer mas gosto. Quando compro para os outros, compro Häagen-Dazs.

Miguel Sá Fernandes (cenógrafo, Funchal) – Adoro sorvetes. O meu favorito é “sorbet” de limão. Por vezes comprava no “Pingo Doce” mas acho-o doce demais. Por isso prefiro o feito em casa.

Mito Pinto Ferreira (agricultora, Lisboa) – Adoro gelados. Favoritos são os de limão e framboesa da Santini. Sempre fiz gelados em casa mesmo antes de ter a Bimby. O melhor é o sorvete de limão. Como gelados todo o ano e em qualquer circunstância (às refeições ou fora).


Nuno Ruiz (advogado, Lisboa) - Da infância, sempre, gelado de pistáchio. Agora, gelado de canela e de café.

Nuno Silvestre ( engenheiro informático, Lisboa) - Gosto e como de gelados todo o ano. Os de baunilha do Lidl são muito bons como base para sobremesas. A Conchanata na Av. de Roma é sempre óptima. Também gosto de fazer sanduiches com wafers e gelado.

Paula Will (pintora, Silves) – Não gosto muito. Nunca fui muito de sorvetes mas houve uma altura em que fazia muitos para as crianças.

Paulo Marques (gestor, Meco) – Adoro. O melhor é o de tangerina com champagne que um amigo meu faz. No supermercado compro geralmente Häagen-Dazs. Nunca comi sozinho uma embalagem inteira.

Teresa Mendes ( prestadora de serviços, Lisboa) - Adoro sorvetes!!! De Verão e de Inverno. De todos os sabores ...mas de café, chocolate, morango e framboesa, deixam-me louca!

Ulf Mohr – (antiquário, Lisboa) – Sim, gosto. Como gelados todo o ano. O meu favorito é o de morango da Häagen-Dazs.

Vera Marques (advogada, Lisboa) - Gosto muito de sorvete de morango. Prefiro os feitos em casa.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Responda k nós blogamos: E Pizza???

Para mim (JGV), uma das maneiras mais perfeitas de passar uma noite sozinho em casa é mandar vir uma pizza, a maior e “com tudo”, e ficar esticado a ver um jogo de futebol na televisão, a alarvar com a ajuda de algumas cervejas.
Daí nasceu a pergunta de hoje: E Pizza???

Aqui vão as respostas:

Alda Fernandes (funcionária diplomática, Paris) – Já gostei mais mas ainda como pizza algumas vezes. A Pizza Margarita, por ter alcaparras, com massa fina é a minha favorita. As melhores pizzas que comi eram as congeladas do supermercado “Migros” em Genève. Eram uma delícia.

Ana Santana Carlos (gestora do lar, Lisboa) – Se gosto de pizza? Nem por isso.

Ana Sousa (jurista, Lisboa) – Gosto q.b. e precisam de ter natas – se tiver natas, é boa de certeza. Tenho muitas saudades das antigas pizzas do Great American Disaster, em Lisboa.

Diogo Gamito (economista, Oeiras) – A melhor pizza de todas foi uma vegetariana, no Carioca, Praia da Salema, Algarve.

Elvira Mendes André (blogger, Ourem) - Há quem diga que piza não passa de vulgar "fast food". Pessoalmente, não concordo. Bem feita, amassando a massa sem fim, deixando esta levedar com tempo e usando produtos frescos e de boa qualidade, uma piza torna-se "slow food" da melhor. Os Italianos aconselham que não se junte mais de três ingredientes para que possamos perceber o sabor e o aroma de cada um deles... Pizas, há muitas. E nem todas levam molho de tomate. As pizas brancas italianas são maravilhosas, como uma que fiz um dia à base de curgete, mozzarella e mangericão (
http://elvirabistrot.blogspot.com/2006/09/piza-de-curgete-e-mangerico.html), uma das minhas favoritas, sem dúvida. Também tive uma surpresa agradável ao testar uma piza brasileira muito popular do outro lado do Atlântico e curiosamente chamada "piza portuguesa"! Reza a lenda que foi um restaurador português de São Paulo que inventou a receita (http://elvirabistrot.blogspot.com/2006/10/piza-portuguesa.html). Deliciosa! Desde que fechou uma pequena pizaria que se situava em Seiça - O Agradável, nos arredores de Ourém, as pizas que mais gosto de comer são as que costumo fazer. Não me canso de inventar composições. A piza já é quase uma tradição domingueira da nossa casa. Costumo acompanhá-la com azeite picante também caseiro, feito com azeite produzido artesanalmente pela minha família, piri-piri fresco e ervas aromáticas do pinhal vizinho. Apesar de gostar muito mais de piza caseira à italiana, claro, não me incomoda nada devorar uma piza americana de vez em quando, num restaurante qualquer da cadeia Pizza Hut. A minha favorita é a Spicy Hot One com massa "cheesy crust"... Ninguém é perfeito!

Filipa Costa (gestora de recursos humanos, Lisboa) – Eu amo pizzas, sou feita de pizza porque como dia sim, dia sim. Qualquer massa, fina ou grossa, congelada ou não, marcha! Os meus ingredientes para toda a vida são chouriço cogumelos. Gosto muito das que servem no Restaurante Lúculus, em Cascais.

Héber Gouveia (informático, Lisboa) – A melhor pizza que comi foi em S. Paulo, Brasil. Não sei exactamente como se faz, mas a massa é frita e depois enrolada como uma chamuça. É muito boa!

Inês, Rita e Francisco Gulbenkian (estudantes, Lisboa) – O que nós mais gostamos é da Pizza Carbonara da Tele Pizza. (Mãe! Esta senhora é jornalista?).

Iolanda Sousa (jurista, Lisboa) – Gosto muito de pizzas, sobretudo as que têm a massa muuuuuito fininha. Os meus ingredientes favoritos são pepperoni, cogumelos, bacon – tudo o que faz mal e engorda imenso! As minhas pizzerias de eleição são a Zeno, no Estádio de Alvalade e a Lucca.

João Freire (empresário, Azeitão) – Gosto, adoro mesmo. De massa fina, com atum, camarão, extra-queijo e azeitonas. Fazemos em casa muitas vezes. Para ter a certeza que fica exactamente como gostamos.

José Santana Carlos (advogado, Lisboa) – Gosto. De massa fina, vegetarianas. As melhores são as do Restaurante Zoco, nos cais.

Leonor Xavier (escritora, Lisboa) – Gosto, conforme as circunstâncias. Sobretudo se passei uma semana inteira a fazer dieta e na 6ª feira à noite me encontro em casa a jantar sozinha. Aí devoro pizza com mostarda, ketchup e Coca-Cola. Tudo quanto não deve ser. Acho que a pizza é um substituto para um namorado. Tal como ele, adoça a boca e faz mal à barriga. Não costumo ir a pizzarias mas já me tem acontecido ir à Casa Nova, junto da Bica do Sapato. Sobretudo por causa da proximidade do Rio.

Margarida Subtil (árbitro do gosto, Lisboa) – Não, não gosto. A não ser as do Casa Nova, da Paola Porru (em Santa Apolónia, perto da Bica). Essas são muito bem feitas. A farinha vem de Itália.

Manuel Murteira Martins (antiquário, Lisboa) – Gosto muito. De massa fina e só com tomate. A melhor pizzaria é a Casa Nova, em Santa Apolónia.

Marta Esquível (empresária, Meco) – Gosto. As melhores que comi foram no “Picasso” em King’s Road (Londres). Sei fazer a massa da pizza e atira-la ao ar. A minha pizza favorita é a com anchovas.

Maria Rui (empresária, Campo d’Ourique) – Gosto. A minha favorita é de tipo vegetariano com massa fina. A melhor pizzaria é a “Bicasa” na Avenida Infante Santo. É a melhor de Lisboa para quem gosta de massa fina.

Nuno da Sá Gaspar (gestor, Meco) – Gosto muito. A minha favorita é Calzone com um ovo dentro. As melhores pizzas são no Nicolau na Figueira da Foz. É muito fácil fazer pizza. Trabalhei durante três dias num “Pizza Hut” e jurei para nunca mais.

Paulo Marques (gestor, Meco) - Gosto sim. Particularmente de Calzone. A melhor pizzaria é a Mama Rosa, no Bairro Alto.

Raquel Soares (economista, Lisboa) – A melhor que conheço é a pizza ozzy, feita com muito queijo, ananás, cogumelos, fiambre picado, ovo, natas, azeitonas e tomate, que como na Ericeira, numa pizzeria em S. Sebastião de que não lembro o nome. Há tempos tive uma experiência alternativa com uma pizza de bacalhau com natas. Surpreendentemente, gostei!

Sandra van Heel (empresária, Cascais) – Gosto, quando é bem feita. A minha favorita é a do Zeno, na Quinta da Beloura. Pode-se escolher os ingredientes. Escolho sempre três queijos diferentes e rúcola.


Sebastião Marques de Almeida (engenheiro agrónomo, Montreal) - Gosto bastante de pizza. A minha pizza favorita deve ter uma base de massa fina e croquante, ter mozarella, tomate, anchovas, e alcaparras. No que diz respeito a minha pizaria favorita, não lhe posso responder porque não conheco nenhuma em Lisboa. Em Milão tinha uma chamada La Guinghetti, na Piazza Minitti.

Sónia Andrade e Silva (jurista, Lisboa) – Adoro a Pizza Hut! Costumo escolher eu os ingredientes que dependem do meu estado de espírito e da minha fome.

Tânia Carraquico (jurista, Lisboa) – Adoro! O meu ingrediente essencial é extra-queijo. Gosto de pizzas quente e acabadas de fazer ou frias e ressequidas, no dia seguinte ao pequeno-almoço. Congeladas, nem pensar porque eu gosto de pizzas!

Teresa Mendes (prestadora de serviços, Lisboa) – Massa alta e fofa. Agora existe uma modalidade na Pizza Hut, os cheesy bites, que são uns rolos de massa folhada recheados de queijo à volta da pizza. É muito bom!

Teresa Paiva (empresária, Campo d’Ourique) – Se a massa for boa, bem feita, gosto imenso. Gosto da massa muito fininha. A minha pizza favorita é a “A La Diavolo”, muito picante. A melhor pizzaria é a da Casa Nova, da dona do Casa Nostra, junto à Bica do Sapato, porque fazem as pizzas com massa fina.

Valéria Costa Pinto (artista plástica, Rio de Janeiro) - Adoro pizza. Minha favorita é a Margueritta gourmet ( muzzarela de bufala, com tomates cereja e manjericão ). Pizzaria favorita no RIo, Capricciosa. Nunca aprendi a fazer pizza

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Responda k nós blogamos: Rosés?

Alda Fernandes (funcionária diplomática, Paris) – Rosés? Sim. De preferência, hoje em dia, vinho. Não tenho um favorito mas o Cuvela de 2003 era espectacular. Para beber, principalmente de Verão. Mas acho que com sobremesas são muito agradáveis todo o ano.

Ana Pestana (arquitecta, Portalegre) - Gosto muito de vinho rosé no Verão ao cair da tarde na praia ou no meu telheiro. A minha marca preferida é D’ Ervideira e o do Esporão. O Rosé da Adega Cooperativa de Portalegre, ao contrário de todos os vinhos que produz, é péssimo.

Diogo Leito de Castro (arquitecto, Lisboa) – Gosto. Dos franceses, Bandol. Dos portugueses, o Mateus que é óptimo. Acho uma parvoíce a snobeira de não gostar de Mateus Rosé. Na verdade é um vinho muito bem feito que é um excelente testemunho do saber fazer português. Prefiro-o de Verão, muito gelado. Por exemplo com camarões, na praia. Gosto de champagne Rosé mas não sou grande apreciador. Não sou grande apreciador de qualquer champagne.

Henrique Sabino (médico, Lisboa) – Não gosto de Rosés – fazem-me lembrar rebuçados com sabor a cereja. Não tão claros como os brancos nem tão escuros como os tintos. De que será feito?

Jacinto Rego de Almeida (escritor, Alcanhões) - Em relação ao vinho rosé, eu gosto, a minha família gosta muito, mas muito raramente bebemos ou compramos. Por quê? Em primeiro lugar, o rosé raramente é oferecido nos restaurantes, parece que saiu de moda e compete, em Portugal, com o vinho verde. Acho muito bom para acompanhar frutos do mar e peixe, mas nessa linha compete com o verde e a imperial.

João Cota Dias (médico veterinário, Lisboa) - Não gosto muito porque raramente é genuíno. Os rosés do norte de Itália, por exemplo, são muito bons porque são naturais. Como aperivo pode dar prazer.


João Rito (arquitecto, Lisboa) - No Verão, acho um rosé (vinho e champagne) uma bebida muito agradável, desde que não seja muito frutado, tem que ser suave e bem fresco. Tal como um bom vinho branco, e em comparação com o vinho tinto, há que ter cuidado, pois “escorrega” muito depressa, e quando damos conta já é tarde…
Em França existem vinhos rosé fantásticos, e no Sul é sem dúvida o vinho que mais se bebe a acompanhar as refeições, sempre com gelo no copo, sendo bebido quase como refresco.Tenho pena que em Portugal raramente se encontre ainda vinhos rosés nos restaurantes, quanto muito aparece o Mateus, que não é mau, mas é gasoso.

José Manuel Garcia (funcionário diplomático, Genève) - Se o Rosé é ou não vinho sinceramente não sei. Penso que deve obedecer a um processo idêntico de feitura de um outro vinho? De qualquer forma bebo muito raramente. Mas sabe bem como comida chinesa. Champagne só muito bom. Como aperitivo ou então para acompanhar uma refeição, tal como um perú recheado ou uma excelente carne assada no forno.

José Paulo Lima Raposo (arquitecto, Lisboa) - Detesto! E cerveja também. Como aperitivo, prefiro vinho branco muito gelado ou um dry martini, como o que estou a beber agora.

Lino Gonçalves (empresário, Coruche) – Sim. Gosto de Vinho Rosé. O meu favorito é o Mateus Rosé. Bem fresquinho a acompanhar um bom marisco. Todo o ano. Porque não? Também como sorvetes o ano inteiro.

Marcos Gulbenkian (gestor, Lisboa) - Não tenho uma grande experiência em vinhos rosés porque nunca bebo. A última vez que bebi foi no ano passado, sei que era bom mas não me lembro da marca. Partilho do preconceito, talvez errado, que é um vinho para estrangeiros e está a meio caminho entre o vinho e o refresco. Acho que as coisas estão a mudar e eu, provavelmente, vou começar a provar os rosés de qualidade para ver se mudo de opinião, ou não.

Margarida Ozturk (enóloga, Ankara) - Quanto a Vinhos Rosés, tenho a declarar que não me excitam demasiado e como tal, em geral não são a minha escolha preferida. Quanto a Champagne Rosé, não tenho um preferido como tal mas até acho bastante agradável, simples ou como Punch com morangos etc., ou ainda como aperitivo com umas gotas de Angostura.....Receitas, não me lembro agora de momento de nenhuma apesar de saber que havia algo de fantástico que fazia antigamente em Inglaterra com este pink champagne. Obviamente o efeito era devastador ao ponto de não me lembrar do que se tratava…

Maria Helena Borges (bibliotecária, Lisboa) - Vinho rosé gosto ao fim da tarde, muito gelado, com empadinhas de galinha. Quanto ao champagne rosé, prefiro o nosso espumante a acompanhar o leitão na Bairrada.

Maria João Silveira Botelho (funcionária pública, Lisboa) - Gosto muito do Champagne Rosé Ruinart e dos Vinhos Rosés em geral, desde que sejam leves. Costumamos bebê-los ao fim do dia, sobretudo quando estamos no Algarve, enquanto esperamos a hora de sair para o jantar.

Maria Rui (empresária, Campo d’Ourique) – Sim. Gosto de Vinho Rosé. Muito gelado, com um bom peixe, ao almoço. De Verão. Não tenho uma marca favorita. Geralmente escolho Mateus. Champagne Rosé? Gosto muito. A qualquer hora.

Miguel Chalbert (arquitecto, Lisboa) – Rosé? Nem por isso. Acho uma certa graça mas prefiro tinto. Champagne Rosé? Só porque é bonito. Mas não adianta grande coisa.

Miguel Marques dos Santos (arquitecto, Lisboa) - Confesso que o tema do mini forum é de água na boca.Eu cá gosto de tudo! Branco, tinto, champagne, espumante, aguardentes, agora rosé é que não. Confesso até envergonhado que o espumante me sabe melhor que a maioria dos champagnes, é menos doce e mais sorrateiro. O bruto, claro o resto épara casamentos nos suburbios. O rosé está de moda e até a Herdade do Esporão tentou reabilitá-lo (Alandra) mas, para mim, o melhor é beber uma Laranjina C. Tenho até na garrafeira um Moet Rosé Imperial mas estou a guardá-lo para algum incauto que passe cá por casa. Já agora ficam algumas sugestões: Tinto: Monte da Pesseguina. - Casa dos Zagalos – Dona Maria reserva 2003. Branco: Vila Maria – Nova Zelândia.

Nuno Ruiz (advogado, Lisboa) - Ao fim da tarde, na varanda da casa de Vila Real, Mateus Rosé com covilhetes da Gomes é obrigatório!

Nuno de Sá Gaspar (gestor, Meco) – Gosto de Vinho Rosé, muito fresco e só no Verão. Só como aperitivo ou com as entradas. Nunca com a refeição. Marca favorita? Mateus. A garrafa maior. Não gosto especialmente de Champagne Rosé. Mas não digo que não se me oferecerem um copo.

Paulo Marques (gestor, Meco) – Vinho Rosé é um must, sobretudo com camarão, na praia. De Inverno é raro beber. O meu bebé não deixa. Marca preferida: Mateus. Champagne Rosé só provei em sorvete. Gostei.

Teresa Paiva (empresária, Campo d’Ourique) – Gosto imenso de Vinho Rosé. Já há anos que vou sempre no Verão para casa de uns amigos meus no Sul de França. Lá bebe-se imenso Rosé. Mesmo muito antes de ser moda. Gosto de Rosé sobretudo no Verão mas também em qualquer altura como aperitivo ou com entradas frias leves. Dos portugueses o meu favorito é o da “Quinta da Cortesia”.Ainda gosto mais de Champagne Rosé. Tenho sempre em casa embora não dê muito jeito servir porque a maioria da malta acha que não é champagne.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Responda k nós blogamos: Rosés?

A pergunta para o próximo “Flash-Mini-Forum” vai ser: Rosés! Vinho? Champagne? Sim? Não? Quais? Onde? Quando? Com quê? E já agora dê-nos uma receita com.
Se tem algo a dizer sobre este tópico e-maile-nos para
mailto:teemejota@netvisao.pt

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Responda k nós blogamos: e os feriados?

Para o nosso primeiro "Flash-Mini-Forum" a pergunta era: "o que fez nesta semana de feriados? E que tal de comes e bebes?". Aqui as respostas:

Alexander Koch ( fotógrafo, Lisboa) - Ficámos em casa. Fiz um arroz com vários legumes salteados acompanhado de molho frio de yogurt, nabo, coentros e alho. Estava muito bom e é super saudável.

Alice Brito (investigadora, Lisboa) Fiquei toda a semana em casa. A dieta líquida. Nada inspirador.

Ana Filgueiras (consultora, Campo d’Ourique) – Fiquei por cá, com a Mara minha filha que está de visita. Não comi nada de extraordinário, pelo contrário: fomos a um sushi aqui em Campo d’Ourique que era péssimo. Tão mau que acho que deve ser de chineses e não de japoneses. Mas bebemos um vinho óptimo. Chamado “Incógnito”.

Ana Pestana, (arquitecta, Portalegre) - Passei estes dias a fazer a decoração do andar modelo numa urbanização nova aqui em Portalegre. Uma grande estafadeira! Finalmente consegui acabar os trabalhos e no 1 de Maio, para fugir às manifestações, fui almoçar com o João Lino ao Varch Hotel, em Elvas. Comemos franguinho no churrasco acompanhado de vinho tinto D. Januário, produzido pelo proprietário do restaurante.

Ana Santana Carlos (gestora de lar, Lisboa) – Estivemos em Londres em casa do meu cunhado onde comemos optimamente. Fomos ao “Tuga”. Gostei da comida mas achei muito barulhento.

André Soares (aluno de gastronomia e culinária da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, Lisboa) - Estive a trabalhar durante o dia. À tarde fui lanchar à Chaleira, em Oeiras (já falei deste lugar no T.M.J.). Comi uma tarte de maçã que estava maravilhosa e acompanhei -a com meia de leite. Souberam muito bem!


Beni Pestana (funcionária parlamentar, Lisboa) - Fui para Portalegre com a minha filha Teresa tratar dos preparativos para as comemorações do meu meio século, que se aproxima a toda velocidade. Almoçámos as duas na cozinha uma salada com alface, camarões, ovo, maçã e milho envolvidos em maionese. Acompanhámos com 2 copitos de vinho tirado à pressão.

Carlos Picareta (assistente de bordo, Lisboa) – Estive no Recife. Comes e bebes? Uma picanha deliciosa, muito bem feita. E caipiríssimas maravilhosas.

Diogo Leite de Castro (arquitecto, Lisboa) Em casa. Bebi uma coisa extraordinária, que nunca tinha experimentado, na Bica do Sapato: um Sakeja. É uma espécie de Caipírinha feita com Sake e sumo de maracujá. Uma delícia mas perigosíssima. Nesse dia comi lá um “Naco de Atum com Escabeche Carilado” que era óptimo.

Gonçalo Couceiro (engenheiro, S. Brás de Alportel) – Fiquei aqui pelo Algarve. Comes? Tive uma grande almoçarada cá em casa: Foie Gras, uma entrada de favas aqui da horta, Raia Alhada, sorvetes de nêspera e de limão da horta e uma quantidade de chocolates.
As favas são cozinhadas com azeite, chouriço preto da Serra do Caldeirão, tomate, coentros e muita hortelã.
A Raia Alhada é uma caldeirada. Começa-se com uma camada de batatas, seguida de uma de alho (uma cabeça inteira) e uma de raia. Acrescenta-se um copo de vinho branco, um copo de água, ½ copo de vinagre, duas folhas de louro, uma malagueta, sal e pimenta. Tapa-se e está pronta quando as batatas estiverem cozidas.

Inês Coelho (jornalista, Lisboa) – Fiquei em casa, que treta. Comi uma tarte de chocolate fantástica no Chapitô. Tal e qual como deve ser: bolo por fora e chocolate derretido por dentro. Sou completamente chocohólica.

João Rito (arquitecto, Lisboa) - Feriados em Lisboa, com um roteiro gastronómico razoável, com as Pizas do restaurante Esperança, no Bairro Alto (bom ambiente, espaço engraçado, comida agradável), com uns filetes de pescada com arroz de tomate, óptimos como de costume, no Papa-Açorda, um Peixe ao Pão fabuloso no D. Pepe na marginal (Parede), mas com um ambiente indescritível… e umas casquinhas de sapateira com sangria no Borda de Água, na Costa da Caparica, ao almoço quando o tempo o permitiu.
De cozinhados durante estes dias, só se fornecer a dos cereais com iogurte ao pequeno almoço…pouco criativo…

José Maria Salgado (consultor, Lisboa) - Os meus três filhos e eu estivemos a ver o futebol. Depois preparámos este jantar: para a entrada fritámos corações de endives em azeite e juntámos molho de soja. O prato principal foi inspirado numa receita de bifes de avestruz que José bento dos Santos deu na televisão. Aqui vai. 2 peitos de pato marinados durante 12 horas em vinho tinto, vinho do Porto, cebola, alho, louro, pimenta em grão e alecrim. Passado este tempo tirar o pato e coar a marinada para uma frigideira, esmagando bem os condimentos para ganhar bem o gosto. Deixar ferver lentamente para reduzir e engrossar. Quando já estiver evaporado o suficiente, derrete-se chocolate amargo neste molho. Entretanto fritam-se os peitos de pato em lume muito alto, para a carne ficar em sangue, só tostada por fora. Acompanhámos com batata palha e compota de frutos silvestres. Bebi vinho do Dão. A malta trata-se bem!

Joaquim Trigo de Negreiros (executivo, Oeiras) - Ficámos em casa. Mas há uns dias tive de ir ao Norte e tive diversas surpresas muito agradáveis. Em Vila Pouca da Beira, perto de Oliveira de Azeméis, fiquei na Pousada do Convento de Desagravo. Oferece uma cozinha muito boa – tradicional portuguesa com um toque muito moderno. Comi uma entradinha estupenda: Rodelas de vários enchidos (morcela, alheira, farinheira) assadas, servidas com quartos de maçã também assados, sobre nabiças.
Depois fiquei na Pousada de Bragança onde a cozinha também me surpreendeu por ser tão boa. Comi uma entrada parecida com a anterior e um leitão assado a baixa temperatura (menos de 70º) durante 12 horas. Vem a desfazer-se. Servido sobre laranja e com puré de castanhas.

Manuel Murteira Martins (antiquário, Lisboa) – Fiquei em casa. A coisa mais extraordinária que comi foi uma “Perna de Peru de Azeite e Vinagre”, em minha casa. A receita é a seguinte: Na véspera põe-se a perna de peru numa marinada feita com água, meio limão e uma laranja, primeiro espremidos e depois cortados às rodelas que se junta à marinada, e sal. Antes de assar escorre-se a perna durante duas horas. Faz-se uma papa com alho picado, pimenta e sal a que se junta um dl de azeite e meio dl de vinagre, batendo-se tudo muito bem. Põe-se a perna de peru num prato de ir ao forno e rega-se com metade desta mistura. Vai-se virando a perna e regando com o restante enquanto coze. O forno deve estar inicialmente a 220º e a 235º nos últimos dez minutos. O acompanhamento é feito com 2 embalagens de esparregado congelado, 1 embalagem de espinafres congelados, 1 dl de bechamel grossa com alho e 1 pacote de natas. Aquece-se as natas com o esparregado. Enquanto isso, coze-se os espinafres à parte, escorrem-se muito bem e cortam-se o mais fino possível (com uma tesoura). Junta-se os espinafres ao esparregado e envolve-se com a bechamel. Tempera-se com noz-moscada, sal e pimenta.

Maria do Carmo Pinto Ferreira (ceramista, Lisboa) – Estive em Cascais. Fiz muitas coisas com a Bimby: montes de pães. Uso misturas integrais já prontas do Lidle que são óptimas. Também fiz gelado de limão.

Maria do Rosário Stichini Carvalhosa (funcionária pública, Loures) – Fiquei por casa. Comes? Umas “Favas à Algarvia” que comi no sábado no Kathy’s, perto de Sesimbra. São favas cozidas em água e sal com um tempero feito acho que com alho e diversos enchidos. Acompanhavam joaquinzinhos fritos. Realmente uma delícia.

Maria Rui (empresária, Campo d’Ourique) – Acho que passei todo o tempo por cá mesmo. Estive a experimentar a minha nova Bimby. Fiz Leite de Creme e Croquetes. Ficaram óptimos. Encantada com a Bimby. Mas estou numa de perder peso. Comprei hoje um livro de dietas: “Dieta Diária”.

Miguel Marques dos Santos (Arquitecto, Lisboa) - Estive na Praia do Meco. Jantar no "Bar do Peixe" sem grandes rasgos…Petiscos no centro, mexilhões, amêijoas, caracóis, lulinhas, choco frito, etc. Também sem grande qualidade. Jantar no "Pinhal", com feijoada de gambas, que nem aprecio mas muito bem confeccionada.

Miguel Sá Fernandes (cenógrafo, Meco, actualmente no Funchal) – Passei os feriados aqui no Funchal, a tomar banho de mar e a ler o meu livro. Comes extraordinários? Um jantar em casa de uma das minhas primas. Tinha um prato fantástico que vou fazer quando voltar: legumes no forno. Ela põe os legumes (courgettes, cenouras, pimentos, alhos franceses, beringelas) em cru com alho, azeite e orégãos e cozinha-os no forno. Fica uma delícia.

Paulo Marques (gestor, Meco) – Fiquei em casa, aqui no Meco. Comes? Um robalo escalado hoje no “O Pinhal”. Peixe muito fresco. E uns choquinhos com tinta, deliciosos, há uns dias no Kathy’s. Nesse dia também bebi lá um Dry Martini impecável. O homem sabe como se faz um Dry Martini.

Sara Coelho (estudante de arquitectura, Lisboa) – Estive na Arrifana. Óptimo. Coisas extraordinárias que comi? Amêijoas à Bulhão Pato e Crepes de Chocolate no Bar da Arrifana. O único bar na praia.

Teresa Paiva (empresária, Lisboa) – Estive todo este tempo no Salvador (Sobral do Monte Agraço) um frio que não se podia. Comi um Foie Gras extraordinário, recheado com compota de figos, que uma amiga me levou. Fomos comprar vinho à Quinta da Cortesia.

Tita Sarmento (professora, Lisboa) - Estivemos uma almoçarada em Pena Seca, perto do Baleal, em casa do nosso amigo Jónica que é um grande cozinheiro. Desta vez preparou uma favada com favas cultivadas no seu quintal. Estavam óptimas!!!