sábado, 7 de julho de 2007
Butternut Squash Risotto Video Recipe
Este é o risotto que serve de acompanhamento ao salmão na receita anterior.
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Salmão frio com Açafrão (Manuela França Perroud).

Para 4 pessoas:
4 escalopes de salmão;
200g de cebola às rodelas;
200g de alhos franceses às rodelas, sobretudo a parte branca mas também com um pouco do verde tenro;
3 tomates;
25cl de vinho branco seco;
Azeite;
Açafrão.
Num tacho, pôr a alourar a cebola e o alho francês com o azeite.
Descascar os tomates, tirar as grainhas e cortar aos cubinhos. Juntar com as cebolas e os alhos franceses, sal, pimenta, açafrão e o vinho branco. Deixar cozer durante 20 minutos.
Aquecer o forno (th 6).
Pôr o salmão num prato de ir ao forno com sal e pimenta. Vai ao forno durante 10 minutos.
A seguir deitar o molho a ferver sobre o salmão e voltar a meter no forno durante 6 minutos.
Deixar arrefecer, e pôr no frigorifico
Fazer de véspera.
(Nota: Na foto,a receita feita com tomates secos, substituindo os tomates frescos.)
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
quinta-feira, julho 05, 2007
Etiquetas:
Manuela França Perroud,
Receitas: pratos de peixe
Ovos de Codorniz com Lentilhas.

2 colheres de sopa de azeite;
½ cebola média, finamente migada,
½ cenoura média, finamente migada;
½ chávena de lentilhas;
2 chávenas de caldo de carne (ou água);
Sal e pimenta branca do moinho,
1 colher de sopa de vinagre balsâmico.
2 colheres de manteiga;
12 ovos de codorniz
Sal e pimenta de Cayenne.
Faça um refogado com a cebola no azeite. Quando a cebola começar a alourar acrescente a cenoura e baixe o lume. Quando a cenoura começar a caramelizar acrescente as lentilhas e o caldo de carne ou água, sal e pimenta e faça levantar fervura. Deixe cozinhar, coberto, sobre lume o mais brando possível até as lentilhas estarem cozidas mas ainda al dente(15 a 20 minutos). Acrescente o vinagre e verifique o tempero.
Frite os ovos na manteiga, evitando que as gemas cozam em demasia.
½ cebola média, finamente migada,
½ cenoura média, finamente migada;
½ chávena de lentilhas;
2 chávenas de caldo de carne (ou água);
Sal e pimenta branca do moinho,
1 colher de sopa de vinagre balsâmico.
2 colheres de manteiga;
12 ovos de codorniz
Sal e pimenta de Cayenne.
Faça um refogado com a cebola no azeite. Quando a cebola começar a alourar acrescente a cenoura e baixe o lume. Quando a cenoura começar a caramelizar acrescente as lentilhas e o caldo de carne ou água, sal e pimenta e faça levantar fervura. Deixe cozinhar, coberto, sobre lume o mais brando possível até as lentilhas estarem cozidas mas ainda al dente(15 a 20 minutos). Acrescente o vinagre e verifique o tempero.
Frite os ovos na manteiga, evitando que as gemas cozam em demasia.
Para servir, coloque cada ovo sobre um pequeno monte de lentilhas. Tempere com sal fino e pimenta de Cayenne.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
quinta-feira, julho 05, 2007
Etiquetas:
Receitas: petiscos
quarta-feira, 4 de julho de 2007
O nosso Inquérito: Rita Marques.

Nome: Rita Marques.
Cozinha muito frequentemente? Infelizmente não… Confesso que sou um bocadinho preguiçosa, prefiro “provar” o produto final..
Quando começou a cozinhar? Actualmente vivo em casa dos meus pais e, regra geral, é a minha mãe que cozinha. Mas há cerca de 5 anos atrás vivi, durante 2 anos, fora de Portugal, e nessa altura cozinhava diariamente. Até aí, era raro fazê-lo…
Seguiu algum curso? Não.
Há alguém que considere seu mestre? A minha mãe.
Livros de cozinha favoritos? “Receitas do Chefe Silva” e “Pantagruel”.
Qual é o prato que mais gosta de cozinhar? Macarronete de legumes.
O que cozinha mais frequentemente? Massas.
Costuma aproveitar os restos de um prato que cozinhou e com eles fazer um novo prato? Não.
O que é que tem sempre na sua dispensa (inclui frigorífico e freezer)? Massas, congelados, latas de atum, arroz, carne, natas, entre outros.
Tem um utensílio que considere “pessoal” ou “favorito”? Micro-ondas.
Costuma consultar sites da internet dedicados a temas culinários? Raramente, a não ser que me falem de algum site em particular, e, por curiosidade, vou espreitá-lo.
Quais são os seus sites favoritos? Não tenho.
Quais são as suas lojas favoritas para produtos alimentares e equipamento de cozinha? Modelo e Continente.
Prato favorito? Bacalhau com natas.
E petisco? Conquilhas, amêijoas, salada de polvo… qualquer petisco que inclua produtos do mar.
Prato português favorito? O já referido, bacalhau com natas.
Restaurante favorito? “As Salgadeiras”, no Bairro Alto, é um dos meus favoritos. Os pratos (cozinha portuguesa) são deliciosos, muito bem confeccionados, e o atendimento é excelente.
Experiência gastronómica inesquecível: Restaurante japonês, perto do jardim do Príncipe Real. Não me recordo do nome… Gostei imenso, sobretudo pelo ritual, jantar sentada no chão, comer com os pauzinhos. Foi das poucas vezes que jantei japonês e, apesar de não trocar a cozinha portuguesa por nada, agrada-me, definitivamente. Vou repetir!!
A última vez que jantou fora, em que restaurante foi? No Algarve, em Cacela Velha, mais uma vez, não me recordo do nome do restaurante… Comida portuguesa, sobretudo peixe e outros produtos do mar. Para começar, provei umas conquilhas e umas amêijoas deliciosas, depois, lulas grelhadas. E a sobremesa, doce de figo, muito bom. Pena o atendimento ser tão lento, mas, ainda assim, recomenda-se.
Ódio (culinário, é óbvio) de estimação: Descascar cebolas.
Conselhos ou normas de sabedoria? Para conseguir bifes tenrinhos, temperar com limão, leite ou vinho branco.
Uma das suas receitas favoritas:
Cozinha muito frequentemente? Infelizmente não… Confesso que sou um bocadinho preguiçosa, prefiro “provar” o produto final..
Quando começou a cozinhar? Actualmente vivo em casa dos meus pais e, regra geral, é a minha mãe que cozinha. Mas há cerca de 5 anos atrás vivi, durante 2 anos, fora de Portugal, e nessa altura cozinhava diariamente. Até aí, era raro fazê-lo…
Seguiu algum curso? Não.
Há alguém que considere seu mestre? A minha mãe.
Livros de cozinha favoritos? “Receitas do Chefe Silva” e “Pantagruel”.
Qual é o prato que mais gosta de cozinhar? Macarronete de legumes.
O que cozinha mais frequentemente? Massas.
Costuma aproveitar os restos de um prato que cozinhou e com eles fazer um novo prato? Não.
O que é que tem sempre na sua dispensa (inclui frigorífico e freezer)? Massas, congelados, latas de atum, arroz, carne, natas, entre outros.
Tem um utensílio que considere “pessoal” ou “favorito”? Micro-ondas.
Costuma consultar sites da internet dedicados a temas culinários? Raramente, a não ser que me falem de algum site em particular, e, por curiosidade, vou espreitá-lo.
Quais são os seus sites favoritos? Não tenho.
Quais são as suas lojas favoritas para produtos alimentares e equipamento de cozinha? Modelo e Continente.
Prato favorito? Bacalhau com natas.
E petisco? Conquilhas, amêijoas, salada de polvo… qualquer petisco que inclua produtos do mar.
Prato português favorito? O já referido, bacalhau com natas.
Restaurante favorito? “As Salgadeiras”, no Bairro Alto, é um dos meus favoritos. Os pratos (cozinha portuguesa) são deliciosos, muito bem confeccionados, e o atendimento é excelente.
Experiência gastronómica inesquecível: Restaurante japonês, perto do jardim do Príncipe Real. Não me recordo do nome… Gostei imenso, sobretudo pelo ritual, jantar sentada no chão, comer com os pauzinhos. Foi das poucas vezes que jantei japonês e, apesar de não trocar a cozinha portuguesa por nada, agrada-me, definitivamente. Vou repetir!!
A última vez que jantou fora, em que restaurante foi? No Algarve, em Cacela Velha, mais uma vez, não me recordo do nome do restaurante… Comida portuguesa, sobretudo peixe e outros produtos do mar. Para começar, provei umas conquilhas e umas amêijoas deliciosas, depois, lulas grelhadas. E a sobremesa, doce de figo, muito bom. Pena o atendimento ser tão lento, mas, ainda assim, recomenda-se.
Ódio (culinário, é óbvio) de estimação: Descascar cebolas.
Conselhos ou normas de sabedoria? Para conseguir bifes tenrinhos, temperar com limão, leite ou vinho branco.
Uma das suas receitas favoritas:
Macarronete de legumes
Ingredientes:
1 cebola;
2 dentes de alho;
1 lata pequena de tomate pelado;
1 cenoura;
300g de brócolos;
1 curgete;
1 folha de louro;
2 colheres de sopa de polpa de tomate;
0,5dl de azeite;
300g de macarronete;
1 colher de sopa de coentros picados;
1 colher de sopa de maisena;
Sal q.b.
Pica-se a cebola, alhos e tomate. Descasca-se a cenoura e corta-se em rodelas. Separam-se os brócolos em raminhos e lavam-se muito bem. Corta-se a curgete em meias-luas. Num tacho, junta-se a cebola, alho, louro, polpa de tomate e azeite e leva-se ao lume. Quando estiverem alourados, adiciona-se o tomate e tempera-se com uma pitada de sal. Junta-se 6 dl de água e, quando já estiver a ferver, acrescenta-se a massa e a cenoura. Mexe-se e deixa-se cozinhar durante 5 minutos. Juntam-se então os restantes legumes, mexe-se e deixa-se acabar de cozinhar. No final, polvilha-se com os coentros. Mistura-se a maisena com um pouco de água fria e junta-se, deixando engrossar um bocadinho. Deve servir-se de imediato.
Ingredientes:
1 cebola;
2 dentes de alho;
1 lata pequena de tomate pelado;
1 cenoura;
300g de brócolos;
1 curgete;
1 folha de louro;
2 colheres de sopa de polpa de tomate;
0,5dl de azeite;
300g de macarronete;
1 colher de sopa de coentros picados;
1 colher de sopa de maisena;
Sal q.b.
Pica-se a cebola, alhos e tomate. Descasca-se a cenoura e corta-se em rodelas. Separam-se os brócolos em raminhos e lavam-se muito bem. Corta-se a curgete em meias-luas. Num tacho, junta-se a cebola, alho, louro, polpa de tomate e azeite e leva-se ao lume. Quando estiverem alourados, adiciona-se o tomate e tempera-se com uma pitada de sal. Junta-se 6 dl de água e, quando já estiver a ferver, acrescenta-se a massa e a cenoura. Mexe-se e deixa-se cozinhar durante 5 minutos. Juntam-se então os restantes legumes, mexe-se e deixa-se acabar de cozinhar. No final, polvilha-se com os coentros. Mistura-se a maisena com um pouco de água fria e junta-se, deixando engrossar um bocadinho. Deve servir-se de imediato.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
quarta-feira, julho 04, 2007
Etiquetas:
Inquérito,
Rita Marques
terça-feira, 3 de julho de 2007
Dos Arquivos de "Na Cozinha com Elas".

Quando fizemos as entrevistas que, depois de aventuras múltiplas, acabaram por ser publicadas como “Na Cozinha com Elas”, recolhemos uma quantidade de material que não foi utilizado, sobretudo fotografias. Dado que algumas delas representam muito do tempo de toda uma série de mulheres extraordinárias, pensamos que seria da maior justiça publica-las. Muito também porque nos fazem recordar as horas passadas na companhia de pessoas fantásticas que nos acolheram com uma generosidade que nunca esqueceremos.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
terça-feira, julho 03, 2007
Etiquetas:
NCcE
Isabel de Bragança


Estava um típico dia de Sintra, em que o sol aparece, e logo se esconde, num desassossego de natureza caprichosa. Dentro de casa, porém, o clima era de completa descontracção familiar: Isabel de Bragança com toda a simpatia e disponibilidade conversava sobre as suas preferências culinárias e o seu gosto particular em receber, enquanto sua filha Francisca, muito curiosa e irrequieta, como sempre são as crianças nessa idade, chamava as atenções também para si. (TCD)
Foi uma tarde inesquecível, a em que entrevistamos Isabel de Bragança. Uma corrida contra o tempo, a casa de jantar que não havia meio de ficar pronta e ela mesma que se tinha atrasado, enquanto o dia acabava inexoravelmente. Resolveu-se tudo miraculosamente bem, com um inesperado raio de sol a inundar a casa de jantar, iluminando de modo espectacular a mesa o tempo suficiente para a fotografar e desaparecendo imediatamente logo que deixou de ser necessário, e um retrato conseguido quase à primeira com a ajuda da Infanta. (JGV)
Foi uma tarde inesquecível, a em que entrevistamos Isabel de Bragança. Uma corrida contra o tempo, a casa de jantar que não havia meio de ficar pronta e ela mesma que se tinha atrasado, enquanto o dia acabava inexoravelmente. Resolveu-se tudo miraculosamente bem, com um inesperado raio de sol a inundar a casa de jantar, iluminando de modo espectacular a mesa o tempo suficiente para a fotografar e desaparecendo imediatamente logo que deixou de ser necessário, e um retrato conseguido quase à primeira com a ajuda da Infanta. (JGV)
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
terça-feira, julho 03, 2007
Etiquetas:
Isabel de Bragança,
NCcE
Bolo de Mousse Cozida com Nozes (Isabel de Bragança).

6 ovos;
250 gr. de manteiga;
3 colheres de sopa de pão alado;
6 colheres de sopa de açúcar;
200 gr.de chocolate;
200 gr. de nozes picadas.
Cobertura:
2 colheres de sopa de açúcar;
250 gr. de natas frescas;
Limão.
Aquecer o forno a 180º.
Derreter a manteiga e o chocolate em banho-maria.
Bater as gemas com o açúcar. Juntar o pão ralado e a mistura de chocolate e manteiga. Juntar as nozes picadas e, por fim, as claras em castelo.
Untar com manteiga e farinha uma forma de mola, deitar a massa e levar ao forno durante 20 minutos.
Desenformar e deixar arrefecer.
Cobrir com natas batidas com açúcar e umas gotas de limão. Enfeitar com nozes inteiras.
250 gr. de manteiga;
3 colheres de sopa de pão alado;
6 colheres de sopa de açúcar;
200 gr.de chocolate;
200 gr. de nozes picadas.
Cobertura:
2 colheres de sopa de açúcar;
250 gr. de natas frescas;
Limão.
Aquecer o forno a 180º.
Derreter a manteiga e o chocolate em banho-maria.
Bater as gemas com o açúcar. Juntar o pão ralado e a mistura de chocolate e manteiga. Juntar as nozes picadas e, por fim, as claras em castelo.
Untar com manteiga e farinha uma forma de mola, deitar a massa e levar ao forno durante 20 minutos.
Desenformar e deixar arrefecer.
Cobrir com natas batidas com açúcar e umas gotas de limão. Enfeitar com nozes inteiras.
(Foto: produção Gualter Santos).
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
terça-feira, julho 03, 2007
Etiquetas:
Gualter Santos,
Isabel de Bragança,
NCcE,
Receitas: bolos
segunda-feira, 2 de julho de 2007
O nosso Inquérito: Margarida Rocha Páris.

Nome: Margarida Rocha Páris.
Cozinha muito frequentemente? Sim.
Quando começou a cozinhar? Desde muito nova, mais ou menos a partir dos quinze anos.
Seguiu algum curso? Não, nunca.
Há alguém que considere seu mestre? A minha mãe...um verdadeiro génio na cozinha...
Livros de cozinha favoritos?"Coisas Boas".
Qual é o prato que mais gosta de cozinhar? Nenhum em particular, mas tenho «mão» para as massas.
O que cozinha mais frequentemente? É muito variável.
Costuma aproveitar os restos de um prato que cozinhou e com eles fazer um novo prato? Sim bastantes vezes, aprendi com a minha mãe.
O que é que tem sempre na sua dispensa (inclui frigorífico e freezer)? CAFÈ!... eheheh.
Tem um utensílio que considere “pessoal” ou “favorito”? A colher de pau (madeira mesmo...)
Costuma consultar sites da internet dedicados a temas culinários? Não, nem por isso.
Cozinha muito frequentemente? Sim.
Quando começou a cozinhar? Desde muito nova, mais ou menos a partir dos quinze anos.
Seguiu algum curso? Não, nunca.
Há alguém que considere seu mestre? A minha mãe...um verdadeiro génio na cozinha...
Livros de cozinha favoritos?"Coisas Boas".
Qual é o prato que mais gosta de cozinhar? Nenhum em particular, mas tenho «mão» para as massas.
O que cozinha mais frequentemente? É muito variável.
Costuma aproveitar os restos de um prato que cozinhou e com eles fazer um novo prato? Sim bastantes vezes, aprendi com a minha mãe.
O que é que tem sempre na sua dispensa (inclui frigorífico e freezer)? CAFÈ!... eheheh.
Tem um utensílio que considere “pessoal” ou “favorito”? A colher de pau (madeira mesmo...)
Costuma consultar sites da internet dedicados a temas culinários? Não, nem por isso.
Quais são as suas lojas favoritas para produtos alimentares e equipamento de cozinha? Qualquer hipermercado.
Prato favorito? Qualquer coisa, com excepção de coelho e favas...
E petisco? Caracóis.
Prato português favorito? Qualquer um de bacalhau.
Restaurante favorito? A casa da minha mãe...
Experiência gastronómica inesquecível: Quando estive na Grécia! Adorei a comida...
A última vez que jantou fora, em que restaurante foi? No Café Buenos Aires nas Escadinhas do Duque. Um cantinho acolhedor, cheio de bricabraque, musica agradável, pratos bem confeccionados e um ambiente romântico, propício a um jantar a dois!
Ódio (culinário, é óbvio) de estimação: COELHO....
Conselhos ou normas de sabedoria? Imaginação, ousadia e comedimento nos temperos!Temperos em excesso «assassinam» uma receita...
Prato favorito? Qualquer coisa, com excepção de coelho e favas...
E petisco? Caracóis.
Prato português favorito? Qualquer um de bacalhau.
Restaurante favorito? A casa da minha mãe...
Experiência gastronómica inesquecível: Quando estive na Grécia! Adorei a comida...
A última vez que jantou fora, em que restaurante foi? No Café Buenos Aires nas Escadinhas do Duque. Um cantinho acolhedor, cheio de bricabraque, musica agradável, pratos bem confeccionados e um ambiente romântico, propício a um jantar a dois!
Ódio (culinário, é óbvio) de estimação: COELHO....
Conselhos ou normas de sabedoria? Imaginação, ousadia e comedimento nos temperos!Temperos em excesso «assassinam» uma receita...
Uma das suas receitas favoritas:
Mousse de ananás
Ingredientes:
Uma lata de ananás
Uma gelatina de ananás
Uma colher de sopa de farinha maizena
Meio litro de leite gordo
5 ovos
5 colheres de sopa bem cheias de acúcar
Bater muito bem as gemas com o açúcar até ficar em «pomada». Misturar com o leite ao qual já se adicionou (a frio) a colher de maizena. Levar a lume muito brando, mexendo sempre com uma colher de pau, até levantar fervura. Deixar engrossar cerca de 1 a 2 minutos. Adicionar a gelatina em pó, mexendo bem para dissolver. Retirar do lume. Bater as cinco claras, bem frias, com uma pitadinha de sal, em castelo bem firme (virar a taça com as claras batidas para verificar se elas não caem, só assim estarão prontas). Com a mistura já arrefecida, mas ainda morna, envolver lentamente em movimentos circulares de baixo para cima (isto é muito importante!) até a mistura ficar homogénea. Cortar em pedaços pequenos as rodelas de ananás, que foram escorridas em cima de papel absorvente para retirar o sumo em excesso, e colocar dentro da mousse sem mexer muito. Decorar por cima a gosto com algumas rodelas que se puseram de lado, levar ao frigorífico durante cerca de 4 a cinco horas e.... Bom proveito! Uma delícia!
Mousse de ananás
Ingredientes:
Uma lata de ananás
Uma gelatina de ananás
Uma colher de sopa de farinha maizena
Meio litro de leite gordo
5 ovos
5 colheres de sopa bem cheias de acúcar
Bater muito bem as gemas com o açúcar até ficar em «pomada». Misturar com o leite ao qual já se adicionou (a frio) a colher de maizena. Levar a lume muito brando, mexendo sempre com uma colher de pau, até levantar fervura. Deixar engrossar cerca de 1 a 2 minutos. Adicionar a gelatina em pó, mexendo bem para dissolver. Retirar do lume. Bater as cinco claras, bem frias, com uma pitadinha de sal, em castelo bem firme (virar a taça com as claras batidas para verificar se elas não caem, só assim estarão prontas). Com a mistura já arrefecida, mas ainda morna, envolver lentamente em movimentos circulares de baixo para cima (isto é muito importante!) até a mistura ficar homogénea. Cortar em pedaços pequenos as rodelas de ananás, que foram escorridas em cima de papel absorvente para retirar o sumo em excesso, e colocar dentro da mousse sem mexer muito. Decorar por cima a gosto com algumas rodelas que se puseram de lado, levar ao frigorífico durante cerca de 4 a cinco horas e.... Bom proveito! Uma delícia!
Uma receita de “restos”:
Os sempre apetecíveis e saborosos pastelões! Aproveite restos de bacalhau ou outro peixe e batatas cozidas. Pique cebola bem miudinha, salsa, ovos batidos, pimenta e frite numa frigideira com manteiga. Virar o pastelão. Servir com azeitonas por cima, acompanhado com salada mista ou salada russa.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
segunda-feira, julho 02, 2007
Etiquetas:
Inquérito,
Margarida Rocha Páris
Xarém.

1 colher de sopa de azeite;
200g de toucinho cortado em pequenas lâminas;
2 litros de caldo de peixe (receita a seguir);
100g de polenta;
1 ramo de nabiças, limpas e com os pés removidos;
1 ou 2 peixes (cantaril ou tamboril de preferência) perfazendo 2 k, limpo e cortado em pequenos filetes, a espinha e cabeça reservadas;
200g de miolo de camarão
1 k de amêijoas, devidamente lavadas de modo a eliminar qualquer resto de areia;
1 colher de sopa de coentros bem picados;
1 colher de sopa de raspa de limão;
2 dentes de alho finamente migados;
Sal e pimenta.
Sobre fogo brando alourar o toucinho no azeite.
Enquanto isso, numa panela pesada com uma capacidade de cerca de 4 litros, levar o caldo de peixe à fervura. Acrescentar a polenta e cozinhar segundo as instruções do fabricante. O objectivo é conseguir uma textura bastante líquida, mais próxima de um molho do que de papas. Nesta altura o toucinho já deve ter alourado. Reservar. Acrescentar a gordura à polenta. Mantendo uma fervura baixa, acrescentar as nabiças, dois minutos depois o peixe, dois minutos depois os camarões e amêijoas. Tapar e deixar cozinhar numa fervura muito leve até as amêijoas terem aberto. Acrescentar os pedaços de toucinho. Verificar o tempero. Acrescentar os coentros, limão e alho. Servir imediatamente.
Caldo de peixe
2 colheres de sopa de azeite;
1 cebola pequena, grosseiramente migada;
2 dentes de alho, grosseiramente migados;
2 talos de aipo, grosseiramente migados;
1 cabeça de funcho, grosseiramente migada;
1 cenoura média, descascada e grosseiramente migada;
1 pedaço de gengibre de cerca de 3 cm, grosseiramente migado;
1 colher de sopa de sementes de coentros;
1 colher de sopa de erva doce;
1 colher de chá de pimenta preta em grão;
1 boa pitada de sal;
1 mão cheia de folhas de louro;
Cabeça e espinhas do peixe para o Xarém;
1 chávena de vinho branco seco;
2 litros de água.
Numa panela pesada alourar os legumes (cebola, alho, aipo, cenoura e funcho) e o gengibre sobre fogo médio, no azeite, até começarem a ter um aspecto translúcido. Acrescentar os temperos. Acrescentar a cabeça e espinha de peixe e envolver nos legumes. Acrescentar o vinho branco e deixar cozinhar até que tenha evaporado quase completamente. Acrescentar a água, levantar fervura, deixar ferver muito lentamente durante 15 minutos. Ter o cuidado de ir retirando a espuma que se for formando.
Deixar arrefecer e coar por um passador fino fazendo pressão sobre os sólidos para obter a maior quantidade de líquido. Verificar o tempero.
Este caldo pode ser conservado no frigorífico durante dois a três dias ou por vários meses depois de congelado.
200g de toucinho cortado em pequenas lâminas;
2 litros de caldo de peixe (receita a seguir);
100g de polenta;
1 ramo de nabiças, limpas e com os pés removidos;
1 ou 2 peixes (cantaril ou tamboril de preferência) perfazendo 2 k, limpo e cortado em pequenos filetes, a espinha e cabeça reservadas;
200g de miolo de camarão
1 k de amêijoas, devidamente lavadas de modo a eliminar qualquer resto de areia;
1 colher de sopa de coentros bem picados;
1 colher de sopa de raspa de limão;
2 dentes de alho finamente migados;
Sal e pimenta.
Sobre fogo brando alourar o toucinho no azeite.
Enquanto isso, numa panela pesada com uma capacidade de cerca de 4 litros, levar o caldo de peixe à fervura. Acrescentar a polenta e cozinhar segundo as instruções do fabricante. O objectivo é conseguir uma textura bastante líquida, mais próxima de um molho do que de papas. Nesta altura o toucinho já deve ter alourado. Reservar. Acrescentar a gordura à polenta. Mantendo uma fervura baixa, acrescentar as nabiças, dois minutos depois o peixe, dois minutos depois os camarões e amêijoas. Tapar e deixar cozinhar numa fervura muito leve até as amêijoas terem aberto. Acrescentar os pedaços de toucinho. Verificar o tempero. Acrescentar os coentros, limão e alho. Servir imediatamente.
Caldo de peixe
2 colheres de sopa de azeite;
1 cebola pequena, grosseiramente migada;
2 dentes de alho, grosseiramente migados;
2 talos de aipo, grosseiramente migados;
1 cabeça de funcho, grosseiramente migada;
1 cenoura média, descascada e grosseiramente migada;
1 pedaço de gengibre de cerca de 3 cm, grosseiramente migado;
1 colher de sopa de sementes de coentros;
1 colher de sopa de erva doce;
1 colher de chá de pimenta preta em grão;
1 boa pitada de sal;
1 mão cheia de folhas de louro;
Cabeça e espinhas do peixe para o Xarém;
1 chávena de vinho branco seco;
2 litros de água.
Numa panela pesada alourar os legumes (cebola, alho, aipo, cenoura e funcho) e o gengibre sobre fogo médio, no azeite, até começarem a ter um aspecto translúcido. Acrescentar os temperos. Acrescentar a cabeça e espinha de peixe e envolver nos legumes. Acrescentar o vinho branco e deixar cozinhar até que tenha evaporado quase completamente. Acrescentar a água, levantar fervura, deixar ferver muito lentamente durante 15 minutos. Ter o cuidado de ir retirando a espuma que se for formando.
Deixar arrefecer e coar por um passador fino fazendo pressão sobre os sólidos para obter a maior quantidade de líquido. Verificar o tempero.
Este caldo pode ser conservado no frigorífico durante dois a três dias ou por vários meses depois de congelado.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
segunda-feira, julho 02, 2007
Etiquetas:
Receitas: pratos de peixe
O Foodie aplicado: "Trucs de Cuisinier" de Bernard Loiseau e Gérard Gilbert.

Uma tendência muito nossa é pensar que temos de inventar a roda a cada quarto de hora: postos perante uma situação determinada e normalmente totalmente corrente, a tentação é grande de encontrar soluções pessoais. Esquecendo que a mesma situação já se terá apresentado a milhares de outras pessoas e que para a processar já terão sido encontradas soluções razoavelmente adequadas. Será o tradicional método de aprendizagem por tentativa e erro mas possivelmente poderíamos aplicar as nossas energias em reflexões mais interessantes e, sobretudo, evitar os erros. Isto a propósito de “Trucs de Cuisinier” de Bernard Loiseau e Gérard Gilbert um pequeno livro, bem barato, que me pareceria indispensável a qualquer cozinheiro amador. São (na edição que tenho) 222 (na verdade 204, as restantes sendo índices) páginas de notas muito práticas sobre o modo de fazer mil e uma coisa ou de utilizar outros tantos produtos, desde “Agneau (carrés d’)” até “Yaourt – un lait attendrissant”. Não é que ninguém se torne bom cozinheiro só por ler este livro – mas vão ver que muitas coisas se tornam muito mais simples e se conseguem melhores resultados para o mesmo esforço.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
segunda-feira, julho 02, 2007
Etiquetas:
Livros
sábado, 30 de junho de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Cogumelos à Braz (João Canilho).

1/2 cebola cortada sobre o comprido,
Batata palha,
1 dente de alho,
1 fio de azeite;
1 ovo por pessoa,
2 ou 3 pés de salsa.
Cogumelos ostra ou outros que se possam cortar sobro o comprido. Também pode ser uma mistura de cogumelos.
No azeite quente juntar alho, cebola e os cogumelos até o todo ficar levemente alourado. Juntar a batata palha e misturar bem. Juntar os ovos batidos com a salsa picada. Misturar e não deixar os ovos secar.
Polvilhar com salsa e pimenta preta.
Acompanhar de salada verde para cortar o sabor adocicado que o "Braz" pode ter.
Batata palha,
1 dente de alho,
1 fio de azeite;
1 ovo por pessoa,
2 ou 3 pés de salsa.
Cogumelos ostra ou outros que se possam cortar sobro o comprido. Também pode ser uma mistura de cogumelos.
No azeite quente juntar alho, cebola e os cogumelos até o todo ficar levemente alourado. Juntar a batata palha e misturar bem. Juntar os ovos batidos com a salsa picada. Misturar e não deixar os ovos secar.
Polvilhar com salsa e pimenta preta.
Acompanhar de salada verde para cortar o sabor adocicado que o "Braz" pode ter.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
sexta-feira, junho 29, 2007
Etiquetas:
João Canilho,
Receitas: entradas
O Foodie aplicado: "L'Ambroisie. Les Secrets de Cuisine de Bernard Pacaud", um filme de Frédéric Laffont.

“L’Ambroisie. Les secrets de cuisine de Bernard Pacaud”, um filme de Frédéric Laffont, é uma entrevista -documentário com os dos expoentes máximos actuais da tradição culinária francesa e só isso justificaria a nossa atenção. Nele Pacaud descreve a sua carreira, o longo aprendizado que de uma infância quase miserável o levou à glória actual. Simultaneamente o realizador parece ter um prazer que rasa o exasperante em se demorar sobre os mil e um elementos que constituem um restaurante e, neste caso, testemunham do sucesso do entrevistado: desde o lavar dos azulejos da cozinha às flores nas mesas passando pela cave de vinhos e o polir dos talheres, além de inúmeros grandes planos de ajudantes de cozinha e do pessoal da sala. Poder-se-ia por isso, numa primeira impressão, ser tentado a ver grande parte deste filme como um amontoado um pouco debilóide de imagens de mercadorias de luxo (o filme por vezes parece uma longa publicidade para a casa Christofle ou qualquer fabricante de falsas antiguidades) sem grande sentido. Mas na verdade creio que tem de ser visto, e residirá aqui o seu maior mérito, como um registo fascinante do esforço e aplicação imensa, exigência de qualidade e atenção ao detalhe necessários para que um restaurante atinja o nível do mundo das estrelas Michelin.
Parece-me interessante comparar este filme com o documentário sobre Ferran Adriá de que falámos há dias. Testemunhos aparentemente opostos sobre escolas igualmente opostas em locais reveladores de opções estéticas completamente antagónicas. Mas reflectindo chego à conclusão de que têm muito em comum: a importância fundamental atribuída pelos dois mestres à qualidade dos produtos e o sentido da importância de ir mais além partindo de um conhecimento profundo da tradição culinária. As direcções seguidas podem ser muito diferentes, o modo de apresentar os resultados obviamente antagónico. Mas ver os dois filmes quase ao mesmo tempo fez-me perceber algo que sempre me parecera estranho: o facto de entre os acérrimos fãs de Adriá se encontrarem alguns dos mais importantes Chefs tradicionais. Na verdade, em termos essenciais, o projecto é o mesmo.
Parece-me interessante comparar este filme com o documentário sobre Ferran Adriá de que falámos há dias. Testemunhos aparentemente opostos sobre escolas igualmente opostas em locais reveladores de opções estéticas completamente antagónicas. Mas reflectindo chego à conclusão de que têm muito em comum: a importância fundamental atribuída pelos dois mestres à qualidade dos produtos e o sentido da importância de ir mais além partindo de um conhecimento profundo da tradição culinária. As direcções seguidas podem ser muito diferentes, o modo de apresentar os resultados obviamente antagónico. Mas ver os dois filmes quase ao mesmo tempo fez-me perceber algo que sempre me parecera estranho: o facto de entre os acérrimos fãs de Adriá se encontrarem alguns dos mais importantes Chefs tradicionais. Na verdade, em termos essenciais, o projecto é o mesmo.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
sexta-feira, junho 29, 2007
Etiquetas:
DVD
quinta-feira, 28 de junho de 2007
O nosso Inquérito: Elisete Carvalho.
.jpg)
Nome: Elisete Carvalho.
Quando começou a cozinhar? Andava na primária quando a minha mãe voltava da vinha eu tinha já a mesa posta, jarro de água na mesa e o jantar feito.
Seguiu algum curso? Não.
Há alguém que considere seu mestre? A minha mãe.
Livros de cozinha favoritos? Tenho a colecção toda do Círculo de Leitores.
Em sua casa, cozinha muito frequentemente? Faço sopa à 2ª feira. Faço sempre almoço mais leve, mais fácil – bacalhau, bróculos, feijão verde, peixe frito e arroz de tomate.
Para quem? Marido, mãe e netos.
Qual é o prato que mais gosta de cozinhar? Não tenho preferência.
O que cozinha mais frequentemente? Frango guisado com esparguete e jardineira.
Costuma aproveitar os restos de um prato que cozinhou e com eles fazer um novo prato? Aproveito, guardo e como como está.
Tem um produto favorito? Carne de porco.
Que tempero considera mais importante? Cebola e azeite.
Tempero mais excessivamente valorizado? Sal.
Tempero mais injustamente esquecido? Salsa - às vezes esqueço e faz falta, devia levar.
Utensílio de cozinha mais indispensável? Um tacho e uma panela.
Tem um utensílio que considere “pessoal” ou “favorito”? Uns pratos que eu tenho, como sempre neles.
Interessa-se pela aplicação de novas tecnologias na cozinha? Interesso-me. Se houvesse uma panela que puséssemos ao lume e ficasse tudo feito...
Costuma consultar sites da internet dedicados a temas culinários? Não.
Prato favorito? Um bom cozido.
E petisco? Pastel de bacalhau.
Prato português favorito? À mesma o cozido.
Restaurante favorito? Quase nunca vou. Desde que me sirvam bem, são todos bons.
Conselhos ou normas de sabedoria? A boa limpeza. Para o arroz não se pegra, põe-se o lume no mínimo e não se deve mexer. Não pôr muita gordura no refugado.
Há alguma pergunta que gostaria que lhe fizéssemos? Se gosto de cozinhar? Gosto muito pouco. Faço o mais fácil que puder para me despachar.
Dos pratos que costuma cozinhar em casa, uma das suas receitas favoritas:
Arroz de Tomate
Quando começou a cozinhar? Andava na primária quando a minha mãe voltava da vinha eu tinha já a mesa posta, jarro de água na mesa e o jantar feito.
Seguiu algum curso? Não.
Há alguém que considere seu mestre? A minha mãe.
Livros de cozinha favoritos? Tenho a colecção toda do Círculo de Leitores.
Em sua casa, cozinha muito frequentemente? Faço sopa à 2ª feira. Faço sempre almoço mais leve, mais fácil – bacalhau, bróculos, feijão verde, peixe frito e arroz de tomate.
Para quem? Marido, mãe e netos.
Qual é o prato que mais gosta de cozinhar? Não tenho preferência.
O que cozinha mais frequentemente? Frango guisado com esparguete e jardineira.
Costuma aproveitar os restos de um prato que cozinhou e com eles fazer um novo prato? Aproveito, guardo e como como está.
Tem um produto favorito? Carne de porco.
Que tempero considera mais importante? Cebola e azeite.
Tempero mais excessivamente valorizado? Sal.
Tempero mais injustamente esquecido? Salsa - às vezes esqueço e faz falta, devia levar.
Utensílio de cozinha mais indispensável? Um tacho e uma panela.
Tem um utensílio que considere “pessoal” ou “favorito”? Uns pratos que eu tenho, como sempre neles.
Interessa-se pela aplicação de novas tecnologias na cozinha? Interesso-me. Se houvesse uma panela que puséssemos ao lume e ficasse tudo feito...
Costuma consultar sites da internet dedicados a temas culinários? Não.
Prato favorito? Um bom cozido.
E petisco? Pastel de bacalhau.
Prato português favorito? À mesma o cozido.
Restaurante favorito? Quase nunca vou. Desde que me sirvam bem, são todos bons.
Conselhos ou normas de sabedoria? A boa limpeza. Para o arroz não se pegra, põe-se o lume no mínimo e não se deve mexer. Não pôr muita gordura no refugado.
Há alguma pergunta que gostaria que lhe fizéssemos? Se gosto de cozinhar? Gosto muito pouco. Faço o mais fácil que puder para me despachar.
Dos pratos que costuma cozinhar em casa, uma das suas receitas favoritas:
Arroz de Tomate
3 tomates, 1 cebola, 2 dentes de alho, 1 folha de louro, 1 pimento vermelho, azeite e uma pitada de sal, tudo ao mesmo tempo. Depois de bem refogado é tudo triturado num passador. Deite a água a olho, 5 mãos cheias de arroz e deixe cozer.
Uma receita de “restos”: Nunca faço.
Publicada por
Teresa Cota Dias, Manuel Murteira Martins e José Vilela
à(s)
quinta-feira, junho 28, 2007
Etiquetas:
Elisete Carvalho,
Inquérito
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Dos Arquivos de "Na Cozinha com Elas".

Quando fizemos as entrevistas que, depois de aventuras múltiplas, acabaram por ser publicadas como “Na Cozinha com Elas”, recolhemos uma quantidade de material que não foi utilizado, sobretudo fotografias. Dado que algumas delas representam muito do tempo de toda uma série de mulheres extraordinárias, pensamos que seria da maior justiça publica-las. Muito também porque nos fazem recordar as horas passadas na companhia de pessoas fantásticas que nos acolheram com uma generosidade que nunca esqueceremos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)